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terça-feira, 3 de maio de 2011

Pysillium: poder contra o colesterol e a gordura

O Psyllium (Plantago psyllium ou Plantago areana ou Plantago ovata) é rico em fibra do tipo solúvel e, por isso,  possui uma enorme capacidade de reter água, Por isso, o Psyllium forma um gel viscoso, capaz de ligar-se a moléculas como proteínas e carboidratos simples (açúcares).


Uma pesquisa realizada em 1998 comprovou seus efeitos sobre a saciedade em dietas de baixa caloria. No estudo verificou-se que pelo fato de ocorrer um aumento na viscosidade do alimento quando em contato com as fibras solúveis do Psyllium, reduziu-se  a interação entre os nutrientes dos alimentos e as enzimas digestivas, e com isso  ocorreu um retardamento na absorção de alguns substratos energéticos pelo intestino.
Outro importante efeito do Psyllium, refere-se a capacidade laxativa, uma vez que ele facilita o funcionamento do intestino.

Além disso, outra pesquisa estudou o efeito do Psyllium sobre as doenças crônico-degenerativas, na qual houve uma suplementação de Psyllium por 26 semanas na dieta de homens e mulheres com colesterol alto. O resultado foi um decréscimo de 4,7% do colesterol total e 6,7% do colesterol-LDL no grupo que recebeu o Psyllium. 

Combinado a outras substâncias como spirulina, colágeno ou quitosana, o psyllium tem sido usado com sucesso como coadjuvantes nos programas de emagrecimento.

Você várias opções encontra na http://www.lojadojardim.com/


quarta-feira, 2 de março de 2011

Você conhece a planta da Pholia Negra?

Primeiro foi a Pholia Magra, - nome comercial de um fitoterápico que causou alvoroço como emagrecedor e chegou a ser batizado de “erva anti-barriga”. Apesar de febre nos Estados Unidos e em muitos países da Europa, a Pholia Magra é fabricada a partir do extrato de uma planta brasileiríssima: a Cordia ecalyculata Vell. ou Cordia salicifolia. No Brasil, esta espécie vegetal ocorre desde o estado de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, sendo encontrada também em Brasília e no Acre. Popularmente ela é conhecida como porangaba, cafezinho, café-do-mato, chá-de-frade e louro-salgueiro.
Depois da popularidade da Pholia Magra, eis que outra Pholia tem chamado a atenção e roubado a cena. Desta vez é a Pholia Negra – também nome comercial (TM) de um fitoterápico derivado do extrato concentrado de uma planta que, segundo várias fontes, tem origem indígena e é usada há séculos.
Sim, provavelmente você conhece a planta da Pholia Negra. Ela atende pelo nome científico de Ilex paraguariensis e é ninguém menos que a conhecida erva-mate!
Originária do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, a erva mate recebe muitos nomes populares, entre eles, erveira, erva, erva-verdadeira, erva-congonha, erva-chimarrão, , chá-dos-jesuítas, chá-das-missões, congonha-das-missões, congonheira, mate-legítimo, mate-verdadeiro, chimarrão, tereré, tererê, chá verde nacional ou simplesmente mate. Quanto ao nome científico, são aceitas sinonímias: Ilex curitibensis Miers., Ilex domestica Reiss., Ilex mate St. Hill., Ilex sorbilis Reiss., Ilex vestita Reiss. e Ilex theaezans Bonpl.  Já para os índios, a erva mate tinha nomes como caá, caá-caati, caá-emi, caá-ete, caá-meriduvi, caá-ti, caá-yara e caá-yarií.

Propriedades
Um dos primeiros estudos científicos mais detalhados sobre as propriedades da erva-mate em terras brasileiras foi realizado por Joaquim Monteiro Caminhoá, professor de Botânica Médica, que o publicou em fascículos, entre 1877 e 1884.
Por ser uma planta de composição química complexa, a Ilex paraguariensis tem sido alvo constante de estudos e novas descobertas. Além do que já se conhece, as pesquisas têm indicado grandes surpresas com relação a esta planta. 

Atualmente, sabe-se que a erva mate contém várias substâncias bioativas. A planta contém alcalóides (cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (ácidos fólico e caféico), vitaminas (A, B1, B2, C e E), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), aminoácidos essenciais, glicídios, lipídios, além de celulose, dextrina, sacarina e gomas. Muitos especialistas são unânimes em afirmar que a erva-mate pode ser considerada um alimento quase completo, pois contém a maioria dos nutrientes necessários ao organismo.
Os polifenóis e flavonóides constituem cerca de 30% da erva-mate e são responsáveis pelo gosto adstringente. Já os alcalóides cafeína, teofilina e teobromina são considerados os de maior interesse terapêutico.
De acordo com a literatura especializada, a erva-mate é considerada um estimulante que combate a fadiga, a sede e a fome, estimula a atividade física e mental, atuando de forma benéfica sobre os nervos e músculos. A planta tem demonstrado, ainda, propriedades diuréticas e laxativas,
Vale lembrar que as pesquisas estão apontando também que a combinação dos alcalóides presentes na planta - cafeína e teofilina - e a ação termogênica pode aumentar o gasto energético e, simultaneamente, promover a lipólise, isto é, a degradação das gorduras no organismo. Isso ajuda a explicar porque a Ilex paraguariensis tem feito tanto sucesso nos programas de emagrecimento.
Mas fica aqui o alerta dos especialistas: apesar de todos esses benefícios, a erva-mate deve ser usada com muita cautela pelos hipertensos, cardíacos e por quem sofre de insônia, agitação e tensão emocional.
E de onde vem o poder afrodisíaco que os índios atribuíam à erva-mate? Os estudos na área de nutrição também estão achando uma resposta para esta questão: o fato é que a Ilex paraguariensis contém altas concentrações de vitamina E, considerada eficaz na regulação das funções sexuais.
  


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Uma maneira refrescante de cuidar da saúde: suchás

O que são os suchás? O nome já diz tudo - são uma mistura de sucos de frutas e hortaliças, com a infusão ou decocção de plantas medicinais. Sua principal função é ajudar no processo de desintoxicação do organismo, fornecer nutrientes e substâncias importantes para a saúde e ... refrescar!
Essa combinação de chás com sucos é uma alternativa deliciosa e refrescante contra o efeito acumulativo de toxinas no organismo, geralmente causado pela má nutrição, problemas intestinais, metabólicos e outros – que a longo prazo podem provocar alterações hormonais, ganho de peso, envelhecimento precoce e até propensão para doenças graves.
Fáceis de fazer, os suchás podem fazer parte de sua dieta diária, especialmente nos dias quentes! Anote algumas receitas e nossa sugestões:

Dicas:
1. Para preparar as infusões, coloque 1 xícara (chá) de água no fogo e assim que ferver , desligue o fogo. Coloque 1 colher (sobremesa) da erva ou 1 sachê, tampe, deixe em infusão por 5 minutos e coe.
2. Você tambem pode utilizar as versões solúveis para preparar o chá com mais praticidade.

Suchá para aumentar a resistência orgânica:

Maçã e anis estrelado
1 xícara (chá) de infusão de anis estrelado; 1 maçã pequena sem casca e sem sementes; gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.

Suchás para desintoxicar e desinchar:

Abacaxi e cavalinha
1 xícara (chá) de infusão de cavalinha in natura ou sachê; 1 rodela bem fina de abacaxi; 4 folhinhas de hortelã;
1 colher (chá) de mel (opcional); gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.

Sete sangrias e kiwi
1 xícara (chá) de infusão de sete sangrias; suco de 1 laranja pêra; 1 kiwi pequeno sem casca picado
1 colher (chá) de mel (opcional); gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.

Suchás para queimar gorduras e limpar o organismo:

Hibisco e couve
1 xícara (chá) de infusão de cálices secos de hibisco in natura ou sachê; 1 folha pequena de couve bem lavada e sem o talo
suco de 1 laranja pêra; 1 colher (chá) de mel (opcional);
gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.

Chá de Oliveira com gengibre e maçã
1 xícara (chá) de infusão de chá de oliveira in natura ou sachê; 1 maçã pequena com casca e sem sementes
1 fatia fininha de gengibre sem casca; 1 colher (chá) de mel (opcional); gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.

Para desinchar e diminuir a ansiedade

Amora com melissa e maracujá
1 xícara (chá) de infusão de melissa in natura ou sachê
1 xícara (chá) de infusão de amora in natura ou sachê
p
olpa de 1 maracujá passada na peneira para retirar as sementes
1 pêra sem casca e sementes
1 colher (chá) de mel
gelo à gosto
Bater tudo no liquidificador, colocar o gelo só depois de bater.





segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A importância dos cereais na alimentação

Durante muito tempo os grãos de cereais como o trigo, arroz, milho, centeio e aveia têm sido elementos dominantes nos hábitos alimentares sendo amplamente consumidos no mundo inteiro e em uma enorme variedade de produtos. No entanto, a maior parte dos alimentos à base de cereais são consumidos na sua forma refinada. Isto significa que a parte exterior do grão é removida, durante a moagem dos cereais, conservando o endosperma, composto principalmente de amido, que é posteriormente moído para a obtenção de farinhas brancas (refinadas).
Para que um grão seja considerado integral, é preciso que este esteja completo, ou seja, possua três camadas: o farelo, denominado comumente de casca, o endosperma, porção intermediária e o gérmen, que é a semente.
O farelo, que compõem a camada mais externa, é rico em fibra, vitamina B, proteína e minerais; o endosperma constitui uma excelente fonte de energia para o corpo, pois fornece carboidratos complexos; e o gérmen, que por sua vez, possui alta quantidade de minerais, vitaminas, antioxidantes e fitonutrientes (substâncias naturais, presentes nas plantas, que fazem bem ao organismo). A moagem e refinação resultam em perdas significativas de nutrientes e outras substâncias protetoras, presentes em grandes quantidades no farelo e no gérmen.
Os cereais integrais contêm nutrientes tais como a vitamina E, vitaminas do complexo B e minerais como o selênio, zinco, cobre, ferro, magnésio e fósforo. Também são ricos em carboidratos complexos e fibras e apresentam um baixo teor de gorduras.Grãos integrais contêm componentes adicionais chamados fitoquímicos ou fitonutrientes.

Os efeitos benéficos dos cereais incluem:

- Redução do colesterol (pelas fibras solúveis encontradas na aveia e centeio, por exemplo). O consumo de cereais integrais como parte de uma dieta saudável, reduz os níveis de colesterol no sangue e podem diminuir o risco de doenças cardiovasculares. Pesquisas recentes mostram que as pessoas com corações saudáveis tendem a comer mais alimentos contendo cereais integrais, como parte de uma dieta com baixo teor de gorduras e estilo de vida saudável.

- Produção de baixos níveis de glicose e conseqüente menor resposta da insulina (um benefício na perda de peso). Quando comemos, há um pico de glicose no sangue após a refeição. Já os integrais fazem diminuir esta quantidade da substância no sangue, contribuindo também no controle do diabetes.

- Aumentam a saciedade ajudando na manutenção e perda de peso;

- Reduzem o risco de alguns tipos de câncer, especialmente os associados à obesidade (no intestino e no estômago);- Efeito protetor pelas fibras (do farelo) no intestino: a lignana das plantas, como encontrada na linhaça, farelo de trigo e centeio, são fitoestrógenos e são conhecidos pela sua proteção contra alguns tipos de câncer.

- Bom funcionamento intestinal: As fibras presentes nos cereais integrais são importantes para o bom funcionamento intestinal, pois aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal. IMPORTANTE: não esqueça de ingerir no mínimo 2 litros de água ao dia para que as fibras possam funcionar corretamente!

Algumas informações interessantes sobre três cereais:

Aveia: A aveia tem um alto teor de fibras solúveis, que ajudam a baixar os níveis de colesterol no sangue. Ainda proporciona um aproveitamento melhor da insulina, fator importante no emagrecimento.
Quinua: Na tradicional cultura dos Incas, a Quinua ou Quinoa (Chenopodium quinua wild) era conhecida como "Alimento Sagrado". Hoje é mundialmente reconhecida pelo seu alto valor nutritivo e funcional, sendo considerada pela Academia de Ciências dos Estados Unidos como "o melhor alimento de origem vegetal para o seres humanos".
Amaranto: Originário da região dos Andes, é reconhecido em todo mundo por sua composição proteica e por seus aminoácidos singulares. Poucos alimentos de origem vegetal contém proteínas completas em sua composição de aminoácidos e por este perfil nutricional, o Amaranto - assim como a Quinua - foi selecionado pela NASA para fazer parte da alimentação da tripulação em missões espaciais..
















quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

É hora de desintoxicar!

Quem não corre o risco de exagerar nas mesas fartas de Natal e Reveillon? O resultado aparece logo: gases, desconforto abdominal, inchaço e, dias depois, o ganho de peso é revelado na balança. Culpa da gordura, do sal e açúcar. Em excesso, essas substâncias interferem nas reações orgânicas, inibindo o processo natural de desintoxicação feito pelo fígado. Aí sobram toxinas, que, acumuladas no organismo geram retenção de líquido, inflamação e ganho de peso. Por isso, quanto antes a gente eliminar essas substâncias inimigas, melhor.
Para isso, os nutricionistas sugerem um cardápio à base de carnes brancas como peixe e frango, verduras, legumes, frutas e rico em chás e sucos com propriedades diuréticas e desintoxicantes.
Alguns chás são excelentes desintoxicantes e ainda dão uma força para eliminar aqueles quilinhos extras que ganhamos com toda a festança:

Chá de Hibisco (Hibiscus sabdariffa): “Pesquisas mostram que o chá de hibisco tem ação diurética, ajudando a eliminar as toxinas e é muito bom para quem retém líquido e tem celulite”, afirma a nutricionista e pesquisadora Andréa Dario Farias, de Piracicaba (SP). Rico em antioxidantes, o hibisco ainda neutraliza os radicais livres, responsáveis pelas rugas precoces.

Chá de Titonia e Sete Sangrias: Quando o assunto é limpar o organismo, ou seja, desintoxicar, duas ervas são de fato poderosas: a titonia ou margaridão (Thitonia diversifolia) e a sete-sangrias (Cuphea balsamona). Para o preparo de 500 ml de chá, aqueça a água até o ponto de fervura, apague o fogo, adicione meia colher de sopa de cada erva e abafe por 8 minutos.

Cardamomo (Elletaria cardamomum): O cardamomo tem efeito digestivo, anti-séptico, diurético, laxante e expectorante. O nutricionista norte-americano David Grotto, autor do livro “101 alimentos que podem salvar a sua vida”, relata as propriedades do cardamomo para matar
H. Pylori, a bactéria associada a úlceras. Também exerce um efeito calmante no aparelho digestivo e é usada para tratar dispepsia e gastrite. Na medicina chinesa, o ingrediente é utilizado contra problemas do aparelho digestivo, como a dor de estômago, náuseas e vômitos.

Chá Verde e Chá Branco (Camellia sinensis): Ambos contém elevadas concentrações de antioxidantes que evitam os danos dos radicais livres e promovem uma ação revigorante no organismo, agindo como ativadores do metabolismo (efeito termogênico) auxiliando na redução de peso, desintoxicantes e facilitadores do processo digestivo, além de fornecer vitaminas ao organismo. O chá branco tem menor concentração de cafeína.

Silybum marianum ou Cardo Mariano: A planta Silybum (Silybum milkthistle) há séculos é utilizada pelos povos da Ásia como diurética, tônica e regeneradora das células hepáticas e estimulante das funções biliares. Seu histórico etnofarmacológico registra sua intensa utilização como auxiliar no tratamento de hepatite, cirrose, icterícia e intoxicações causadas pela ingestão de álcool, drogas e produto químicos diversos. É utilizada também no tratamento, reabilitação e recuperação de alcoólatras e dependentes químicos. Sua ação está direcionada para recuperação e regeneração do fígado atuando como estimulante na reprodução de novas células hepáticas.