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terça-feira, 19 de abril de 2011

Pimentas ajudam a diminuir a barriga e o colesterol

Já reparou que, ao comer um prato apimentado, você sente o corpo inteiro esquentar? Isso acontece porque a pimenta é um alimento termogênico: eleva a temperatura do corpo e, assim, ajuda na perda de peso.
Além de darem sabor especial aos pratos, especiarias e ervas são capazes ajudar a exterminar calorias. Isso porque alguns condimentos podem melhorar a digestão, acelerar o metabolismo e assim colaborar com a perda de peso.
A pimenta é um exemplos de alimento termogênico, que durante a digestão, aumenta a temperatura do corpo, acelera o metabolismo e queima gorduras. Estudo realizado na Universidade de Oxford, Inglaterra, mostrou que consumir diariamente uma colher (chá) de pimenta vermelha aumenta o metabolismo em 20%.

Além de emagrecer, estudos indicam que a pimenta também reduz o colesterol. Uma outra pesquisa, desta vez realizada pela Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) comprovou que a pimenta diminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil. O que reduziu quase pela metade a gordura do sangue nas cobaias usadas na pesquisa foi a capsaicina, o princípio ativo da pimenta, que dá a ela o gosto ardido.

A capsaicina atua em várias áreas do corpo: alivia dores de cabeça, controla os níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento da rinite alérgica. E é até um aliado para quem quer entrar em forma.
“É uma substância estimulante do metabolismo. A pessoa passa a gastar mais calor através do que come. Então, isso ajuda no combate à obesidade. Além de ser um ingrediente natural”, afirma o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky.
Ainda falta determinar exatamente quanto é necessário consumir para que a pimenta traga todos esses benefícios. O que se sabe é que o brasileiro come muito pouca pimenta. Na Tailândia, por exemplo, ela é a estrela das receitas simples e sofisticadas. Lá, o consumo chega a dez gramas por dia. No Brasil, não passa de meio grama por pessoa.

E que tal cultivar suas próprias pimentas em casa, livres de agrotóxicos?
A www.lojadojardim.com acaba de lançar a Mini-Horta Minhas Pimentas - da Linha Jardim de Flores. Com este kit você cultiva 8 tipos de pimentas de forma organizada e prática, até num cantinho da varanda!
Você precisa conhecer esta novidade!

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terça-feira, 22 de março de 2011

Temperos fresquinhos e saudáveis sem sair de casa!

Esta dica é para quem já leu o post anterior e descobriu o quanto pode ser saudável e divertido cultivar seus próprios temperos em casa:
Na www.lojadojardim.com você encontra a Mini Horta Jardim de Flores - um kit muito prático e charmoso para você cultivar 8 tipos de ervas diferentes: desde a básica salsinha até o exótico aneto.
Faça o link e veja:

O poder dos temperos

Eles estão em toda feira, em qualquer mercado, mas podem facilmente ser cultivados em casa, em um cantinho da cozinha e até na sacada do apartamento.
Facil, né? Mas nem sempre foi assim! Os temperos e especiarias foram muito disputados, cobiçados e já tiveram seu peso cotados em ouro. Foi no tempo dos descobrimentos, quando os temperos serviam para conservar os alimentos, numa época em que refrigeração era algo impensável.
Hoje, mais do que nunca, a ciência confirma o imenso valor das ervas. E na raiz de toda essa descoberta está a sabedoria popular. A salsinha, o coentro, o manjericão e outras ervas que já se tornaram ingredientes tradicionais para realçar e dar mais sabor aos alimentos, estão sendo alvo de estudos científicos que comprovam que os seus poderes vão mais além e trazem vários benefícios à saúde.

O alecrim, por exemplo, pode ajudar a combater o vírus da gripe, segundo recente estudo realizado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de S. Paulo (USP). A salsa pode auxiliar a afinar o sangue, melhorar a circulação e evitar a formação de trombos. A cebolinha - parente da cebola e do alho - possui propriedades bactericidas, ajuda a controlar a pressão arterial, contém as vitaminas A e C e seu aroma estimula a liberação de sucos digestivos. O coentro contém três flavonóides antioxidantes e óleos essenciais que ajudam na digestão e têm propriedades bactericida e fungicida: são eles o linalol, o pineno e o terpinino.

O manjericão contem monoterpenos com propriedades antioxidantes, ajuda na digestão, alivia cólicas e diminui a formação de gases; tudo isso graças ao eugenol, que é bom também para dores musculares. O orégano é rico em antioxidantes, tem muito cálcio e um óleo essencial com propriedades fungicidas que estimulam o sistema imunológico, melhoram a digestão e o trato respiratório. Já o tomilho é digestivo, contem óleos voláteis, entre eles o timol, que fortalece o sistema imune e tem ação bactericida, fungicida e antiviral.

Isso sem falar nas pimentas, ricas numa substância chamada capsaicina, que é usada para tratar vários tipos de dores. É um potente vasodilatador e descongestionante. A capsaicina não apenas melhora a dor, mas também libera endorfinas no cérebro. Também é uma fonte natural de vitaminas A e C.

As pesquisas são unânimes no seguinte ponto: todos os temperos contem antioxidantes - substâncias que combatem os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento do corpo.
Segundo a prof. Glaucia Pastore, cientista em alimentos da Unicamp, quando se trata de compostos bioativos presentes nas plantas, mais importante que a dose é a constância, então o que vale mesmo não é a quantidade mas sim que todos os dias a gente possa fazer uso das ervas e temperos em nossa alimentação. Os benefícios serão enormes, mais ainda se levarmos em consideração que as ervas também podem ser usadas para diminuir a quantidade de sal usada no preparo dos alimentos.

Então, que tal arregaçar as mangas e cultivar seus próprios temperos em casa, de forma prática, sem agrotóxicos e com muito charme?

Veja as opções disponíveis na: