terça-feira, 29 de maio de 2012

A Lenda do Girassol

Apolo, o mais belo de todos os deuses do Olimpo, decididamente nunca teve muita sorte com as mulheres que amou. Apolo, o deus do Sol, vencedor das trevas e da escuridão, era jovem, atraente, dono de um porte elegante e de uma voz encantadora, mas parecia não ter muito sucesso com as eleitas de seu coração. Algumas literalmente fugiram dele: a ninfa Castália correu o quanto pode, até transformar-se numa fonte cristalina e inspiradora, no Monte Parnaso, onde está correndo até hoje; a bela Dafne, que Apolo também perseguiu, implorou aos deuses que a transformassem num frondoso loureiro, antes que ele a alcançasse.
Outras não recorreram à velocidade das pernas, mas usaram meios, igualmente eloquentes, para que Apolo entendesse que ele não as possuiria. Coronis ofendeu-o ao trocá-lo por Ísquis, um simples mortal que morava na Arcádia. Cassandra, princesa de Tróia, enganou-o com promessas até que ele lhe desse o desejado dom da profecia; então, como costumavam fazer as maldosas mulheres daquela época remota, dispensou-o com um sorriso e mandou-o contar navios. 
Marpessa, disputada por Apolo e por Idas, príncipe da Messênia, foi ainda mais clara: quando Zeus a mandou escolher entre os dois, ela preferiu o mortal. "Apolo não me serve como parceiro", disse ela. "Para um deus, o tempo não passa; para os humanos, porém, cada hora deixa a vida mais curta".
Já destino bem diferente foi o de Clítia, ninfa das águas, uma das filhas de Tétis e do Oceano. Desprezada por Apolo, com quem teve um breve romance, viu-se tomada de tal paixão que perdeu a vontade de viver. Com o semblante transtornado e os cabelos em desalinho, afastou-se do convívio alegre das outras ninfas e foi sentar na terra nua, no lugar mais solitário da campina. Ali, no raiar de cada manhã, ela esperava que Apolo apontasse no horizonte, dirigindo o carro do Sol, e dali mesmo ela seguia sua luminosa trajetória no azul do firmamento, até que o manto da Noite viesse cobrir o Universo.
Ovídio, que nos conta essa triste história, diz que por nove dias e noites ela ficou assim, imóvel, sem sentir fome nem sede, nutrida apenas pelo orvalho e pelas lágrimas que derramava - quando então os deuses, por piedade, transformaram-na no girassol, que até hoje acompanha nos céus a passagem de seu amado. 
Mas, como tudo na vida pode e deve ter um final feliz, fomos presenteados com esta bela planta - o girassol - dourado como sol, capaz de iluminar tudo ao seu redor.
Que tal ter esta linda planta pertinho de você? O kit Vamos Plantar Girassol da www.lojadojardim.com torna isso bem fácil e vem prontinho para você começar a cultivá-lo! Confira!




quarta-feira, 23 de maio de 2012

Uma pitada de manjericão

O alimento é mais que um simples tempero: graças à sua composição,beneficia o sistema cardiovascular e musculoesquelético, favorece a digestão e dá aquela revigorada no corpo


É quase impossível imaginar um bom prato italiano sem sua presença, afinal, quando utilizado na preparação de molhos, pizzas ou massas, o manjericão (Ocimum basilicum) pode fazer maravilhas pelo paladar. Da mesma forma, na cozinha indiana, seu sabor e aroma característicos viraram sinônimo de prazer gastronômico. A verdade é que, com o passar dos séculos, esta erva tão antiga – velha conhecida dos egípcios, gregos e romanos – deixou a Índia, sua terra natal, e ganhou o mundo. O Brasil, é claro, está incluído nesta lista; por aqui, a planta, de acordo com a região, recebe diferentes apelidos, como alfavaca, basílico-grande, erva-real e até remédio-de-vaqueiro.
Seja qual for o nome, seu principal uso é basicamente o mesmo: incrementar o sabor de feijão, caldos, carnes bovinas, peixes e outros pratos comuns no cardápio tupiniquim. A boa notícia é que sua fama e popularidade podem e devem continuar em alta. Segundo especialistas, o manjericão é mesmo um verdadeiro aliado do organismo, não só por suas propriedades nutricionais, mas também graças ao seu potencial terapêutico. Acompanhe!

Força que vem de dentro 
Se sabor e aroma são, tradicionalmente, os aspectos que mais despertam a atenção para o manjericão, há, ainda, outro bom motivo para dar créditos à sua utilização como tempero. “Ele contém magnésio, cálcio, potássio e vitaminas como riboflavina, tiamina e piridoxina, que agem como anti-inflamatórias, protegem o coração e têm efeito broncodilatador”, explica a nutricionista Márcia Vivas, do Prontobaby – Hospital da Criança, do Rio de Janeiro.
Este terceiro aspecto explica, aliás, por que em regiões rurais é comum encontrar pessoas que mastigam manjericão para aliviar problemas respiratórios – daí o nome “remédio-de-vaqueiro”. Isso acontece, pois, mesmo consumido in natura, o alimento mantém ativas suas propriedades farmacológicas, entre elas a capacidade de atuar como antiespasmódico. “Ele ajuda a combater espasmos musculares e pode ser utilizado como antiasmático, como também em afecções das vias respiratórias”, diz o nutrólogo José Roberto Kater, especialista em medicina antroposófica, de São Paulo.
Além desta característica, vale lembrar que, por conter boas doses dos minerais relacionados anteriormente, o manjericão melhora também o funcionamento do sistema musculoesquelético, atuando, por exemplo, na contração e relaxamento muscular e na manutenção da massa óssea. E o melhor, “não há restrições de idade ou de consumo para a erva”, afirma a nutricionista. Ou seja, quanto mais, melhor!
No Brasil, de acordo com a região, o manjericão recebe diferentes apelidos, como alfavaca, basílico-grande, erva-real e até remédio-de-vaqueiro

Mesmo quem não é lá muito fã de utilizá-lo como tempero, pode incorporá-lo ao cardápio em forma de chás e, assim, tirar proveito de suas propriedades, afinal de contas, mesmo na preparação da bebida, o manjericão desempenha papéis semelhantes ao do uso culinário e, de quebra, promove ação digestiva, diurética e energizante – embora ainda não haja estudos suficientes para comprovar a ação, acredita-se que a planta tenha o potencial de eliminar toxinas e atuar como tônico cerebral. Além de tudo isso, os compostos presentes no alimento promovem “ação antioxidante, antienvelhecimento e aumentam a imunidade”, explica a nutricionista Noadia Lobão, membro do Centro Brasileiro de Pesquisa e Apoio Nutricional (CBAN).
No entanto, é importante estar atento à qualidade e proveniência da erva para assegurar tais efeitos. Folhas com o aspecto bem esverdeado, por exemplo, tendem a apresentar maior concentração de todos os componentes. “A planta toda pode ser utilizada com fins medicinais ou culinários, especialmente antes da floração, quando o conteúdo de princípios ativos é máximo”, lembra o nutrólogo.

Cheiro de saúde
Os óleos essenciais do manjericão são os verdadeiros responsáveis por conferir aquele cheirinho inconfundível aos pratos e chás à base da erva, bem como por promover outros benefícios à saúde. Substâncias como estragol, linalol, lineol, alcanfor, eugenol, cineol, pineno, timol, taninos, saponinas, flavonoides e ácido cafeico fazem parte da lista de compostos presentes nestes óleos essenciais. Apesar dos nomes complicados, o efeito desempenhado por tais substâncias no organismo é relativamente simples: “Eles facilitam a digestão e desempenham leve efeito relaxante”, afirma a fitoterapeuta Patrícia Vieira, diretora médica da clínica OCA – Medicina do Bem-Estar (RJ).


Você sabia?
O manjericão perde parte de suas propriedades quando submetido a altas temperaturas. Por isso, adicione- o ao final da preparação de pizzas, por exemplo. Assim, o sabor ficará ainda mais apurado e os benefícios ainda melhores!

É importante ressaltar que a presença de flavonoides reforça a atuação do manjericão em favor da boa saúde celular. “As substâncias são fabricadas pelas plantas para que possam se defender de ataques do meio ambiente, sendo importantes antioxidantes para o organismo humano”, afirma José Roberto Kater.
Mesmo fora do cardápio, ou seja, quando extraídos das folhas da planta, os óleos essenciais encontram outro desempenho importante. “Na aromaterapia, o produto não deve ser consumido, mas, sim, utilizado para aromatizar ambientes e promover efeito relaxante, revigorante e restaurador”, completa Patrícia Vieira. 

Substituição: sai o sal, entra o manjericão
Já está mais do que comprovado que o excesso de sal faz mal à saúde. O alerta tem razão de ser: grandes inimigos da saúde, o glutamato monossódico e tantas outras substâncias largamente presentes neste e em diversos alimentos industrializados, podem elevar a pressão sanguínea e comprometer a saúde cardiovascular. Para evitar tais problemas, a dica é investir em combinações mais saudáveis para temperar os pratos. “O sabor balsâmico e levemente amargo do manjericão, combinado com salsinha, orégano, alho em pó e cebolinha, pode substituir o uso do sal”, sugere a nutricionista Noadia Lobão, membro do Centro Brasileiro de Pesquisa e Apoio Nutricional (CBAN). O resultado não poderia ser melhor. “A tática vai manter o sabor das refeições sem causar efeitos negativos. Aliás, o consumo diário dessa mistura por pessoas hipertensas auxilia, por exemplo, na melhora da circulação sanguínea”.

Fonte: Vida Natural & Equilíbrio

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Coentro: a erva da imortalidade

Na época do descobrimento do Brasil, os portugueses conheceram diversas variedades de coentro – que os indígenas chamavam inhambi e o consumiam puro, ao natural, não como tempero, mas como um alimento. Segundo consta, as variedades européias do coentro foram trazidas pelos colonizadores e adaptaram-se perfeitamente ao clima brasileiro, tanto que o coentro se tornou um dos temperos mais populares da nossa culinária, muito utilizado no Norte e Nordeste para temperar pratos à base de peixe.


Para os povos antigos da China e do Egito, a erva tinha poderes mágicos: suas sementes guardavam o “segredo da imortalidade” e, por isso, eram colocadas nos túmulos dos nobres egípcios para ajudar a alma a encontrar seu “caminho eterno”. O outro lado mágico do coentro está ligado ao amor: para os árabes, as sementes possuíam um poderoso efeito afrodisíaco, capaz de despertar violentas paixões. Uma receita de vinho tinto com sementes de coentro chegou a ganhar fama de verdadeira “poção do amor”.

O coentro (Coriandrum sativum) é uma erva utilizada desde tempos remotos. Para se ter uma ideia, a planta é citada no Velho Testamento, pois era usada junto com o vinagre para conservar carnes. Além de condimento, o coentro era utilizado como medicinal – o próprio “pai da medicina”, o grego Hipócrates, deixou registrado seu uso

O coentro é uma planta herbácea da família das Umbelíferas, cuja altura média varia de 25 a 60 cm. As folhas são de cor verde brilhante, alternadas e fendidas nas bordas. Na base da planta, as folhas são muito parecidas com as da salsa e no alto, lembram mais as folhas do funcho. A floração ocorre entre a primavera e o verão, quando surgem as flores pequenas, brancas ou róseas, e delas se formam os frutos redondos, com cerca de 1,5 a 5 mm de diâmetro.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Monte um vaso de ervas e tenha temperos fresquinhos sempre à mão!




É muito fácil montar uma jardineira de ervas aromáticas e ter sempre à mão
temperos fresquinhos e deliciosas ervas para chá. Vamos lá! Você vai precisar de:

· 1 vaso grande ou, de preferência, uma jardineira (as de plástico são mais leves);
· seixos rolados;
· terra;
· húmus de minhoca ou torta de mamona;
· mudas de ervas de boa procedência
1. Forre o fundo da jardineira com os seixos rolados, para garantir uma boa drenagem.2. Coloque a terra já misturada com o húmus ou a torta de mamona.3. Faça algumas covas na terra, retire as mudas dos sacos plásticos e encaixe-as nas covas.
4. Complete a jardineira com o restante da terra, cobrindo as raízes e apertando levemente com as mãos.
5. Para completar, regue bem sem encharcar.
Cuidados:
· As ervas precisam de luz solar, pelo menos algumas horas por dia. Sem isso, é praticamente impossível cultivá-las.
· Mantenha regas regulares, mas nunca encharque a terra.
· Retire folhas velhas, amareladas e secas e verifique periodicamente se não há ataques de pragas. Nesses casos, evite produtos químicos e use apenas inseticidas naturais (calda de fumo, calda de sabão, etc.), pois as ervas serão utilizadas como tempero e no preparo de chás.
· Adube a cada 3 meses, com húmus de minhoca e torta de mamona.
· Na hora se escolher as ervas, procure selecioná-las segundo as exigências de luminosidade. Lembre-se que elas estarão no mesmo vaso.

Para facilitar, aqui vão algumas sugestões:

Ervas para sol pleno:
 Cerefólio (Anthriscus cerefolium), estragão (Artemisia dracunculus), cebolinha (Allium schoenoprasum), alecrim (Rosmarinus officinalis), orégano (Origanum vulgare), manjerona (Majorana hortensis), hortelã (Mentha sp.), sálvia (Salvia officinalis), melissa (Melissa officinalis), tomilho (Thymus vulgaris), salsa (Petroselinum sativum).

Ervas para meia sombra:
 Anis (Pimpinella anisum), poejo (Mentha pulegium), manjericão (Ocimum basilicum).



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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Oliveira: a folha também tem poder

O azeite não é o único motivo para celebrar a oliveira (Olea europaea). Os cientistas não param de descobrir benefícios escondidos também nas folhas dessa árvore mediterrânea: elas têm poderes antibióticos e estimulam o sistema imunológico, além de ter o dobro do poder antioxidante do chá verde e quatro vezes o da vitamina C. 
Agora, pesquisadores chineses encontraram, no extrato dessas folhas, propriedades cicatrizantes. Em um experimento feito em coelhos com lesões nas cartilagens dos joelhos, eles observaram que os tecidos se regeneraram mais depressa no grupo que recebeu o extrato por três semanas do que no grupo que tomou apenas água.
A descoberta deixou a equipe bastante otimista. "O extrato das folhas de oliveira pode ter efeito benéfico também em doenças das articulações em humanos". escreveram os estudiosos no artigo publicado no Journal of  Medical Food.



sexta-feira, 9 de março de 2012

Maná Cubiu: o fruto da saúde

Ele é conhecido como Maná-Cubiu na Região Sudeste do Brasil, Cubiu na Região Amazônica, Topiro ou Tupiro no Peru, Cocona na Venezuela, Tomate de Índio no Nordeste brasileiro e Oricono Apple ou Peach Tomato nos países de língua inglesa. 
Este fruto, originário da Amazônia Ocidental e domesticado há séculos pelos índios pré-colombianos, vem sendo estudado há 18 anos pelo Cientista e Pesquisador Professor Dr. Danilo Fernandes da Silva Filho e há 25 anos pelo INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia), orgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.  


Amigo da Saúde

Por conter um alto teor de Niacina (vitamina B3), o Maná-Cubiu pode ser considerado uma fruta de poderes medicinais, pois ajuda a combater o colesterol e é útil no tratamento da anemia, pressão alta, enxaqueca e depressão. Em muitas regiões é usado como tônico sexual.
Além da Niacina o Maná-Cubiu é muito rico em fibras, fósforo, Vitamina C e pectina. 

Niacina 
Solúvel em água, é um dos membros da família do complexo B, conhecida como B3, normalmente medida em miligramas (mg).
Utilizando o aminoácido triptofano, o organismo é capaz de sintetizar sua própria niacina.
Uma pessoa cujo organismo é deficiente em B1, B2 e B3 não será capaz de produzir niacina à partir do triptofano. A falta de niacina pode causar mudanças negativas na personalidade. 

A necessidade diária recomendada para adultos, de acordo com o Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA, é de 13mg à 19mg. Essencial para a síntese dos hormônios sexuais (estrógeno, progesterona e testosterona), bem como da cortisona, tiroxina e insulina. Necessária para um sistema nervoso saudável e para as funções cerebrais. 

Fonte: INPA, Revista Escala Rural e Livro de Ciências Nutricionais


Canela: ela vai além do aroma e sabor!

Hipócrates, o pai da medicina, já reconhecia as propriedades do alimento em 500 a.C. relatando suas ações benéficas no sistema nervoso e no estímulo do coração. Há séculos a canela é utilizada, principalmente na Europa, no Oriente e no antigo Egito - onde era empregada para embalsamar os mortos.
O cultivo da especiaria começou no Sri Lanka e seu uso foi disseminado no mundo pelos europeus, por meio das Cruzadas. 
Menos açúcar no sangue

Uma pesquisa norte-americana desen- volvida pelo Centro de Ciências da Saúde Aplicada e publicada pelo Journal of American College of Nutrition, reuniu 22 obesos pré-diabéticos que foram divididos em dois grupos. O primeiro consumiu diariamente uma solução de água e canela, enquanto a outra metade ingeriu placebo.
Coletas de sangue foram realizadas no início e no final do estudo e comprovou-se que as pessoas que consumiram a especiaria tiveram um aumento de 13% a 23% de antioxidantes capazes de aumentar a atividade de insulina, diminuindo os níveis de glicemia no sangue. "Esse condimento ajuda a estimular a atividade da insulina, capacitando o organismo a processar o açúcar de forma mais eficiente. A iguaria pode ajudar a prevenir a diabete graças a essa ação", esclarece Andrezza Botelho, nutricionista clínica especializada em nutrição funcional, de São Paulo.
"Segundo estudos da Associação de Medicamentos dos Estados Unidos (na sigla em inglês USDA), o uso diário de uma colher (chá) de canela reduz significativamente o açúcar no sangue e melhora a taxa do bom colesterol (HDL) e triglicérides", completa a nutricionista e chef Na- talia Werutsky, do Yam Gastronomia Vegetariana e Funcional, de São Paulo.


Propriedades da canela
Digestiva: melhora a digestão dos alimentos e evita flatulências.
Antimicrobiana: útil nas infecções respiratórias.
Tônica e estimulante: aumenta a disposição e a libido.
Estimulante da circulação: alivia os sintomas associados ao frio e resfriados.
Hipoglicemiante: aumenta a eficácia e a atividade da insulina.
Antioxidativa: combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento celular. Anti-inflamatória: melhora dores musculares e articulares.

Fontes: Andrezza Botelho, nutricionista clínica especializada em nutrição funcional; e Natalia Werutsky, nutricionista e chef do Yam Gastro- nomia Vegetariana e Funcional, ambas de São Paulo

Amiga da mulher

O período menstrual pode ser uma época de bastante desconforto devido à manifestação das famosas e doloridas cólicas. Como possui ação analgésica, carminativa e anti-inflamatória, um chazinho feito com a especiaria proporciona alívio, além de ser uma alternativa totalmente natural. "Ela ajuda a inibir a produção de prostaglandinas, substâncias responsáveis pelo aumento da inflamação, que gera a sensação de dor no organismo", afirma Andrezza Botelho.


Kit Relaxamento

Você certamente já ouviu a frase "nada como um chá quentinho para acalmar os ânimos". Os orientais são grandes apreciadores da bebida e aproveitam suas propriedades funcionais para uma série de fins, até para o relaxamento. Para isso, os tipos mais utilizados são o de camomila (Matricaria chamomilla) e erva-cidreira (Melissa officinalis). "Essas ervas possuem substâncias que atuam no controle da ansiedade e nos conferem a sensação de bem-estar", atesta a nutróloga Samantha Enande, de São Paulo. Fácil de levar na bolsa ou guardar na gaveta do escritório, os chás em formato de sachê podem ser muito úteis para quem precisa recobrar o equilíbrio. Vale, também, para aquele frio na barriga que teima em aparecer antes de uma ocasião importante




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

10 óleos que vão além da hidratação

10 óleos que vão além da hidratação
Produtos corporais relaxam e combatem o envelhecimento

Se você não tem óleos corporais no seu banheiro como coadjuvantes nos tratamentos de beleza é melhor mudar de atitude o quanto antes. Hoje, muitos possuem poder hidratante de até 24 horas. Durante esse tempo, eles ainda atuam de maneira diferente dos cremes, criando uma espécie de filme na pele para impedir a desidratação. Por isso, com exceção do rosto, podem ser usados no corpo todo para manter a água natural da pele ao longo do dia. 

Mas não é só isso, alguns ainda relaxam e até combatem o envelhecimento da pele. “Todos os óleos têm poder de hidratação e, normalmente, quando associados a outros produtos ou componentes adquirem novas funções”, esclarece a Dra. Carla Bortoloto, dermatologista membro da Sociedade Brasileira Clínico-Cirúrgica de Dermatologia.

Para fazer efeito, sua aplicação deve ser feita durante o banho no chuveiro ou nos banhos de imersão em banheiras, com massagens circulares. “Pessoas com a pele muito seca devem passar o óleo antes do banho para evitar que a pele seque mais”, afirma a Dra. Carla. O resultado do tratamento feito com os óleos é uma pele sedosa e com aparência saudável. 

Confira a ação de dez tipos de óleos corporais na pele:

Óleo de semente de uva: cicatrizante, contém ácido linoléico e, de acordo com a Dra. Carla, é o com maior poder de hidratação. De cor verde-clara, é bastante leve, indicado especialmente para quem tem alergia às sementes oleaginosas. 

Óleo de amêndoas: ideal para quem tem a pele seca e sofre com coceiras, pois amacia e tonifica a pele. A amêndoa é rica em proteínas, ferro e cálcio, tendo poder de rejuvenescimento e regeneração. Contudo, é contraindicado para pessoas que têm alergia a sementes oleaginosas. 

Óleo de abacate: composto pelo óleo da fruta, ele é fonte de vitamina E. Indicado para preparar a pele antes da maquiagem, ele também tem poder antibacteriano, de lubrificação e é hidratante. Mas, pessoas com pele extremamente oleosa devem passar longe deste cosmético.

Óleo de soja: apesar de ser mais conhecido pela aplicação na culinária, ganhou função na estética e tem feito sucesso. Compõe propriedades de sabonetes, protetores labiais e cremes hidratantes. Com vitamina E e poder de amaciar a pele, ele é indicado para pessoas alérgicas a produtos à base de uréia, porém não deve ser utilizado por quem pretende se bronzear. 

Óleo de coco: além de funcionar como hidratante, ainda previne rugas. É indicado a pessoas que querem combater o envelhecimento lubrificando a pele. Possui vitamina E e ácido láurico.  

Óleo de oliva: composto por ácido oléico, ele reduz a perda de água da pele sem dar sensação de oleosidade. Rico em substâncias antioxidantes, nutre a pele ressecada e torna mínina a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

Óleo de gergelim: com capacidade hidratante, costuma ser usado em receitas caseiras para vencer o ressecamento da pele. Possui substâncias antioxidantes, vitaminas e minerais que agem na pele contra o envelhecimento. Alguns terapeutas utilizam o óleo para fazer massagens na cabeça e em pessoas que têm reumatismo. Massagens nos pés antes de deitar com o óleo de gergelim também oferecem poder calmante. 

Óleo de rosa mosqueta: possui grande poder de regeneração de cicatrizes e previne rugas. Ainda é indicado para gestantes, pois contém ácidos graxos e linoléicos. O óleo também proporciona rejuvenescimento da pele e age contra as olheiras. 

Óleo de babosa: tem função hidratante, restauradora, cicatrizante e anti-inflamatória. Usado também em produtos para os cabelos, o óleo penetra com facilidade nos poros. Ele é extraído de uma planta sendo capaz de regular a secreção sebácea. Mas é preciso ter atenção: pele e cabelos muito oleosos não devem receber a aplicação do óleo.

Óleo de menta: funciona principalmente como calmante. Quando utilizados para massagens corporais, proporcionam sensação de prazer e conforto. O produto é indicado também para o combate à celulite.

Fonte: Portal Terra

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fé nas ervas


Carregadas de energia transformadora, elas dissolvem fluidos negativos, trazendo proteção, bem-estar, alegria, prosperidade... 


Elas são usadas há milênios para ressaltar o sabor dos alimentos em diferentes cozinhas do mundo. Por isso, é seguro dizer que, sem as ervas, muitos pratos não teriam a mesma graça. Você consegue imaginar pizza de mozarela sem orégano ou molho de tomate sem manjericão? Nas últimas décadas, os estudos científicos também começaram a validar o que os povos árabes, egípcios e romanos intuíam na Antiguidade: essas folhinhas são capazes de aliviar a dor, facilitar a digestão e fortalecer o sistema imunológico. Mas ainda é mistério para a ciência entender por que muita gente acredita no poder que elas têm de atrair amor, proteção e prosperidade.

Talvez possamos encontrar uma pista sobre a origem dessa crença se voltarmos um pouco no tempo. Os egípcios achavam que só os deuses poderiam ter criado plantas tão aromáticas como as ervas, por isso, mantinham- nas por perto para que pudessem se aproximar do sagrado. Até hoje eles queimam o alecrim nos templos e igrejas. Já os romanos faziam coroas de louro aos atletas para que, além de um físico são, tivessem uma mente sã. Daí o ditado mente sã e corpore sano. Sem falar nas nossas benzedeiras, que usam galhos de arruda para espantar a energia ruim que emperra o caminho ou prejudica a saúde da pessoa benzida. 
Segundo Adriano Camargo, autor do livro O Poder das Ervas (ed. Panorama), no Brasil, a relação mística com as ervas foi herdada da religião africana e dos rituais indígenas. Os adeptos da fitoterapia também recorrem a elas para dissolver sentimentos desfavoráveis: “As moléculas aromáticas das ervas são captadas pelo olfato e traduzidas para o sistema límbico como impulsos nervosos que atuam diretamente no humor e estado físico e emocional”, escreve Ângela Lima no livro Banhos Terapêuticos e Ritualísticos (ed. Epub).

CULTIVE-AS EM CASA
As ervas geralmente têm formato delicado, exigindo um pedaço pequeno de terra, sol e água para crescer. Por isso, podem ser facilmente cultivadas em casa, no jardim ou num vaso na varanda. “Os alquimistas costumavam cultivar essas plantas para que pudessem ter contato com a energia delas e, assim, se sentirem fortalecidos para a manipulação dos medicamentos”, conta Sérgio Franceschini, bioquímico e fitoterapeuta do centro de estudos Casa da Terra, em São Paulo. Você pode fazer o mesmo. Se for impossível plantar, procure manter por perto um vaso de alecrim, manjericão, orégano ou mesmo de hortelã. O aroma e viço dessas plantinhas trazem, no mínimo, bem-estar.

“Os alquimistas costumavam cultivar essas plantas para que pudessem ter contato com sua energia e, assim, se sentirem fortalecidos”, Sérgio Franceschini, fitoterapeuta

ERVAS PURIFICADORAS
Fáceis de plantar e cuidar. Encontre um espacinho para tê-las sempre ao seu lado.

Orégano
ORIGEM:
Mediterrâneo. O aroma marcante desta erva promove vigor e ajuda na tomada de decisões. “O orégano e a manjerona (as duas são parecidas) são plantas usadas para fortalecer o amor e proteger a casa. Um vasocom essas ervas é um ótimo presente para quem está triste e deprimido, pois elas atraem alegria e pensamentos felizes”, sugere Rosy Bornhausen, autora do bonito livro As Ervas do Sítio (ed. Bei).

Manjericão
ORIGEM: Ásia.
Associado à riqueza, abundância e boa sorte. Dizem que, na casa onde são cultivados sete tipos diferentes de manjericão, o dinheiro e a prosperidade estão garantidos. Seu aroma é considerado estimulante e revitalizador. Usado no banho, “lava” toda a energia ruim. Diz a crença popular que pessoas que fazem trabalhos intelectuais rendem mais quando têm um vaso da erva no ambiente.
Fonte: Revista  Bons Fluidos

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Plantas que emagrecem



Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.

A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.

Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. A educadora física Gabrielle Aparecida Cardoso recrutou mulheres com sobrepeso ou obesidade leve, todas entre 20 e 40 anos. Elas foram divididas em quatro grupos. O primeiro tomava o chá gelado (10 gramas do pó) de manhã e à tarde. O segundo ingeria um preparo falso, o placebo. O terceiro consumia a infusão geladinha dez minutos antes de fazer musculação. E o quarto tomava a bebida fajuta antes de malhar.

"Ao compararmos os dois primeiros grupos, notamos que apenas as participantes que tomaram o chá emagreceram", conta Gabrielle. "Já entre as mulheres que se exercitaram, observamos que ambos os grupos perderam peso. Mas a redução de gordura corporal foi três vezes maior entre as voluntárias que consumiam a bebida", relata. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.

O poder do chá verde parece residir sobre substâncias chamadas catequinas. "Elas inibem uma enzima que atrapalha um mecanismo de queima de gordura e, ainda, elevam o gasto energético do corpo", explica Gabrielle. Aliás, de acordo com a pesquisa, ingerir a infusão em temperatura fria teria a vantagem de torrar mais calorias. "A bebida melhora a disposição, o que incentiva o indivíduo a se mexer e, assim, emagrecer", avalia a pesquisadora.

Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. "Dividimos os animais com sobrepeso em três grupos: o primeiro só comeu uma ração convencional, o segundo ganhou também a pholia negra e o terceiro recebeu sibutramina, remédio usado para controlar o apetite", conta a especialista em farmacologia. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar nos dois últimos grupos: os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal. 

"Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.

Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva.

O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. 

Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar. 


Fonte de Pesquisa: Saúde!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Óleo de coco virgem: nutricionista ensina a fazer em casa


O óleo de coco virgem traz inúmeros benefícios ao organismo. A seguir, a nutricionista Adriana Castro dá a receita para extrair o óleo em casa. 

Você vai precisar de:- Dois cocos maduros (casca marrom) e com muita água
- Três xícaras da água dos cocos
- Pano (filó ou fralda) para filtrar
- Jarra de vidro ou plástico
- Vidro de boca larga com tampa
- Liquidificador
- Garrafa PET limpa (de água mineral)


Receita: - No liquidificador, junte três xícaras de água do coco e a polpa de dois cocos picados. 
- Bata por dois ou três minutos no liquidificador, até obter um creme liso. Se ficar muito denso, complete com água filtrada até alcançar uma consistência fina e uniforme. 
- Use o tecido para espremer o creme, retirando todo o leite do coco. O bagaço pode ser congelado e reservado para compor receitas de bolos e doces. O leite deve ser transferido para uma jarra de vidro ou plástico. Cubra-a e deixe descansar por 48 horas em local escuro. 
- Após 48 horas, transfira o líquido para uma garrafa PET (de água mineral) e deixe em local sombreado, com temperatura em torno de 25ºC. 
- Em seis a oito horas, o óleo vai se separar do leite. Ponha a garrafa na geladeira por três horas. O óleo vai se solidificar. Deite a garrafa e corte, o mais rente possível da linha do óleo, facilitando sua retirada. 
- Coloque o óleo solidificado em um vidro de boca larga, com tampa. 
Quando olhado contra a luz, o óleo vai ter uma coloração amarelada, que é o tom natural do óleo virgem de coco. O produto ficará líquido em temperaturas acima de 27ºC. Ele não necessita de refrigeração e tem duração de dois anos.

Nutricionista: Adriana Castro 



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Guaraná: pura energia!

O guaraná ganhou fama graças a seu poder estimulante, mas não é só isso: suas sementes escondem vitaminas, minerais e outras propriedades capazes de beneficiar o corpo dos pés à cabeça


É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre o efeito energético e revigorante do guaraná. O que muita gente não sabe é que todo esse potencial está concentrado apenas nas sementes do fruto, ricas em constituintes chamados metilxantinas. A cafeína, a guaranina, a teobromina, a teofilina e o tanino fazem parte deste grupo que age como estimulante no sistema nervoso central e respiratório. "As metilxantinas produzem efeito relaxante da musculatura dos pulmões, melhorando a respiração e o fluxo sanguíneo", explica a nutricionista Weruska Barrios, do Hospital Samaritano, de São Paulo.
Vale dizer que o efeito energético do guaraná é até maior que o proporcionado pelo café, por- que possui concentrações superiores de cafeína em comparação ao grão (veja box). Por conta disso, o consumo regular da sua semente pode dar aquela forcinha para quem deseja melhorar a resistência em atividades físicas, afastar o cansaço mental e dar um chega pra lá na fadiga.

Em sua composição nutricional, aparecem a tiamina (vitamina B1) e o retinol (vitamina A), essenciais ao organismo. Enquanto a primeira participa ativamente do funcionamento do sistema nervoso e cardiovascular, a segunda beneficia a visão, o sistema imunológico e esquelético. Fósforo, potássio, ferro e cálcio integram o time de minerais que a compõem e que participam de inúmeras funções orgânicas. "O fósforo e o potássio atuam na contração muscular, o ferro compõe a hemoglobina e o cálcio participa da coagulação sanguínea", diz a nutricionista.

Aliado na recuperação
Um estudo divulgado recentemente e realizado por profissionais do Hospital Albert Einstein e da Faculdade de Medicina do ABC, ambos em São Paulo, constatou que o extrato de guaraná pode amenizar a fadiga de mulheres que estão em quimioterapia para tratar o câncer de mama. Segundo a pesquisa, 66% das pacientes submetidas ao teste mostraram-se mais dispostas após receberem doses diárias da substância durante três semanas. Outros estudos têm buscado verificar se o consumo de guaraná pode atuar também na prevenção do câncer, mas nada foi confirmado. (Fonte: Vida Natural)